Por uma Brasília compromissada com o povo

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sábado, 28 de agosto de 2010

No DF, Ibope mostra empate em 36% entre Roriz e Agnelo

Toninho do PSOL (PSOL) somou 3% e está na terceira posição.
Margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (28) aponta um empate entre o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) e Agnelo Queiroz (PT) na disputa pelo governo do Distrito Federal (DF). Ambos aparecem com 36% das intenções de voto.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) com o número 28039/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 26101/2010.

Toninho do PSOL (PSOL) somou 3%, e Eduardo Brandão (PV), 1%. Dos demais candidatos – Frank (PCB), Newton Lins (PSL), Ricardo Machado (PCO) e Rodrigo Dantas (PSTU) –, nenhum deles alcançou 1%. De acordo com a pesquisa, indecisos somaram 13%, e brancos e nulos, 11%.

As respostas foram à pesquisa estimulada, em que o entrevistador mostra um cartão com os nomes dos candidatos.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada dos dias 24 a 26 de agosto. O Ibope entrevistou 1.610 eleitores acima de 16 anos.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Agnelo à frente de Roriz na Exata

Por Cláudio Humberto, em seu blog

Pesquisa realizada pelo Instituto Exata, entre os dias 23 e 26 deste mês, mostra pela primeira vez à frente o candidato do PT ao governo do DF, Agnelo Queiroz, que agora soma 38,2% das intenções de voto, na pesquisa estimulada, contra 35,4% conferidos ao principal rival Joaquim Roriz (PSC).

Toninho do PSOL tem 2,8%, Eduardo Brandão (PV) 0,5%, Newton Lins (PSL) 0,4%, Rodrigo Dantas 0,3% e Frank Svenson 0,2%. Os indecisos totalizam 15% e 7,2% votarão em branco ou anulaão os votos.

A pesquisa é uma das mais completas, em termos de amostragem: ouviu 3 mil eleitores em todo o DF e a margem de erro é de 2%, para mais ou para menos. Está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o nº 27904/2010. Na referência espontânea de votos, Agnelo também supera Roriz: 26,2 x 26,1%.

Em relação à pesquisa anterior, fechada em 16 de agosto, Roriz subiu de 23% para 26,1% nas citações espontâneas de intenção de voto, enquanto Agnelo subiu ais: de 18,6% a 26,2%. Numa simulação de segundo turno, a vantagem de Agnelo se amplia, em relação a Roriz: se a votação fosse hoje, o petista somaria 44,4% contra 38,3% do candidato do PSC.

Datafolha dá empate técnico

Do jornal Folha de S. Paulo

Agnelo Queiroz (PT) manteve a tendência de alta e está em situação de empate técnico com Joaquim Roriz (PSC) na disputa pelo governo do Distrito Federal, aponta pesquisa do instituto Datafolha. O petista tinha 33% no levantamento realizado antes do início do horário eleitoral e agora aparece com 35%. Roriz manteve os 41% da pesquisa anterior. A margem de erro das pesquisas é de quatro pontos percentuais.


O crescimento de Agnelo é mais visível na pesquisa sobre as intenções de voto para um eventual segundo turno. O resultado é imprevisível.

Segundo o Datafolha, 45% votariam em Roriz no segundo turno contra 44% de Agnelo. Na pesquisa anterior, a vantagem de Roriz era de 46% contra 39%. Ou seja, entre o primeiro e o segundo turno o ex-governador sobe quatro pontos percentuais enquanto o petista ganha nove pontos.

Toninho do PSOL tem 3% das intenções de voto. Frank (PCB) aparece com 1%. Rodrigo Dantas (PSTU), Ricardo Machado (PCO) e Eduardo Brandão (PV) foram citados mas não atingiram 1%. Newton Lins (PSL) não foi citado.

Afirmam não saber em quem votar 12%, e votam em branco ou anulam o voto 8%.

A pesquisa, contratada pela Folha e pela Rede Globo, foi feita com 691 eleitores na segunda e na terça-feira e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 25.428/2010.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

MPE dá parecer contra registro de Joaquim Roriz no TSE

Do Correio Braziliense

O Ministério Público Eleitoral (MPE) encaminhou nesta quarta-feira (25/8) parecer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que se manifesta contra a liberação do registro de candidatura de Joaquim Roriz (PSC), que lidera as pesquisas para o governo do Distrito Federal. O parecer é relativo a recurso do candidato, que tramita na corte, contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do DF, que negou o registro, com base na Lei da Ficha Limpa.

O procurador-geral Eleitoral, Roberto Gurgel, argumentou que o fato de Roriz ter renunciado ao cargo de senador em 2007, para escapar do possível cassação o torna inelegível segundo a lei, argumento que também pautou a maioria dos desembargadores do TRE-DF na decisão. A defesa alegou que nenhuma lei pode retroagir para prejudicar, mas o parecer do PGE afirma que “não existe direito adquirido à elegibilidade nem situação consolidada a impedir a incidência da regra de inelegibilidade, máxime (principalmente) quando o pedido de registro da candidatura é posterior à promulgação da Lei Complementar nº 135/2010”, afirmou o parecer.

Gurgel disse ainda que a restrição não tem como propósito a exclusão do candidato, mas a proteção da coletividade, a preservação dos valores democráticos e republicanos. “A lei foi editada antes mesmo da realização das convenções e está sendo aplicada a registro de candidatura posterior a sua entrada em vigor, e não a registro de candidatura passada”, afirmou o procurador no parecer.

Quanto à presunção de inocência, princípio constitucional que diz que ninguém é declarado culpado até decisão condenatória transitada em julgado (de maneira definitiva), Gurgel afirmou que isso é assunto de matéria penal, e não eleitoral. “O que a lei (da Ficha Limpa) estabeleceu foi simplesmente um critério, semelhante a qualquer outro, contido em um edital de concurso para ocupação de cargo público, e não uma pena, sendo impertinente a invocação do princípio da presunção de inocência”.

O procurador-geral Eleitoral termina o parecer lembrando que a renúncia de Roriz foi um artifício para continuar elegível nas eleições seguintes, burlando a Constituição. “O que realmente pretendia (o candidato Roriz) era preservar sua capacidade eleitoral passiva, com vista ao próximo pleito, pois, se cassado seu mandato, ficaria inabilitado para o exercício de cargo público pelo prazo de oito anos”.

CPI da Codeplan recomenda indiciamento de 22 pessoas

Nove meses depois de criada, a comissão apresenta o relatório final das investigações sobre o esquema de corrupção no GDF e pede o indiciamento de 22 pessoas, entre os ex-governadores Roriz e Arruda.

A conclusão da CPI da Codeplan, da Câmara Legislativa, sugere ao Ministério Público o indiciamento de 22 pessoas, entre elas os ex-governadores José Roberto Arruda e Joaquim Roriz e o ex-vice Paulo Octávio.

O relatório da CPI tem 98 páginas onde o suposto esquema de corrupção é detalhado com base nas investigações da Polícia Federal, nos depoimentos prestados ao Ministério Público federal e à CPI.

Conforme as denúncias feitas por Durval Barbosa, o relatório aponta que a organização criminosa instalada no GDF fazia pagamentos sem contrato, dispensava licitações, superfaturava preços, assinava contratos por indicação política e reconhecia dívidas de modo fraudulento. Tudo com o propósito de garantir vantagens financeiras e econômicas para um grupo considerável de autoridades e empresários da capital da República.

A comissão recomenda ao Ministério Público o indiciamento de 22 pessoas que teriam envolvimento direto com o esquema do Mensalão.

São elas: José Roberto Arruda, Paulo Octávio, Joaquim Roriz, Benjamin Roriz, Domingos Lamóglia, Omézio Pontes, José Geraldo Maciel, Welligton Moraes, Fábio Simão, Marcelo Toledo, Marcelo Carvalho de Oliveira, Luiz Paulo Costa Sampaio, José Humberto, Fernando Antunes, Gibrail Gebrin, Roberto Giffoni, Ricardo Penna, Maria Cristina Boner, Eurides Brito, Leonardo Prudente e Júnior Brunelli.

Ainda segundo o relatório, entre os anos de 2000 e 2010, saíram dos cofres do GDF R$ 4,2 bilhões em contratos feitos com empresas diretamente ligadas ao suposto esquema de pagamento de propina.

O documento recomenda também que a CLDF rejeite as contas dos últimos três governadores do DF: Joaquim Roriz, Maria de Lourdes Abadia e José Roberto Arruda, que estiveram à frente do GDF entre 2003 e 2009.
Entre os supostos crimes que teriam sido praticados durante esse período estão: formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, sonegação fiscal, crimes contra a ordem tributária, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, além de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

O que é a CPI da Codeplan: Criada em janeiro deste ano, é a comissão da Câmara Legislativa do DF que investiga denúncias de condutas ilícitas e imorais de agentes públicos e políticos, ocorridos no âmbito da Codeplan e outros órgãos da estrutura administrativa do GDF, no período compreendido entre janeiro de 1991 à novembro de 2009.

Fonte:http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1615456-10039,00-CPI+DA+CODEPLAN+RECOMENDA+INDICIAMENTO+DE+PESSOAS.html

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Relatório da PF classifica Arruda e aliados de quadrilha

Por Leandro Colon, do Jornal O Estado de S.Paulo

Um ano depois do início da investigação sobre o esquema de corrupção no Distrito Federal, a Polícia Federal concluiu o relatório final que aponta o ex-governador José Roberto Arruda como o chefe de uma "organização criminosa" para desviar recursos públicos por meio de empresas contratadas pelo seu governo.

A conclusão da PF, obtida pelo Estado, inclui deputados que disputam a reeleição dia 3 de outubro e afirma que Arruda e seus aliados se enquadram em "formação de quadrilha" e "corrupção passiva" para obter "vantagens espúrias". "José Roberto Arruda encabeçava uma organização criminosa voltada à captação de dinheiro bancado por empresas contratadas", diz a PF.

Com 93 páginas, o relatório foi concluído no dia 9 de agosto e enviado semana passada ao ministro Arnaldo Esteves Lima, que conduz o inquérito da Caixa de Pandora no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A polícia aponta crimes cometidos por sete empresas, 12 integrantes do alto escalão do então governo de Arruda, além do próprio ex-governador, e pede a abertura de investigação para cada envolvido, com o objetivo de investigar lavagem de dinheiro e ocultação de bens. "Em vista das sólidas comprovações da prática de corrupção passiva", afirma o delegado Alfredo Junqueira.

O documento obtido pela reportagem contém o resultado de perícias, arquivos apreendidos, novos bilhetes de Arruda, planilhas e outras informações, cruzadas com os depoimentos de Durval Barbosa, ex-secretário do DF e delator do esquema.

Segundo a PF, havia uma "atuação estável, em convergência de vontades, de forma organizada e com divisão de tarefas". O relatório cita parlamentares que disputam as eleições deste ano. A polícia revela planilhas apreendidas no cofre da casa e no escritório de José Geraldo Maciel, ex-chefe da Casa Civil, que apontam pagamento de propina para os deputados distritais votarem a favor do projeto que mudou o Plano Diretor (PDOT) do Distrito Federal em dezembro de 2008.

Em um dos arquivos, aparece a seguinte frase: "Possivelmente haja R$ 500 mil para receber do Paulo Otávio relativos ao Plano Diretor". A referência seria a Paulo Octávio, ex-vice-governador e empresário do setor de construção civil na cidade. Octavio não foi associado a crimes pela PF, nesta fase. Numa planilha intitulada "PDOT", aparecem deputados que escaparam da cassação e que agora são candidatos.

Ao lado dos nomes, há números que variam de 1,6 a 4. Entre os candidatos estão Benedito Domingos (PP), Paulo Roriz (DEM), Jaqueline Roriz (PMN) - filha do candidato a governador Joaquim Roriz (PSC) -, Benício Tavares (PMDB), Raimundo Ribeiro (PSDB), Roney Nemer e Eliana Pedrosa (DEM).

Na tramitação, 19 dos 24 deputados votaram a favor do projeto. Para a PF, isso reforça o depoimento de Durval Barbosa em que ele contou que cada deputado recebeu R$ 420 mil para ficar a favor do Plano Diretor.

Ressarcimento. O delegado Alfredo Junqueira, além de enumerar os crimes cometidos, pede, entre outras coisas, a investigação dos investimentos imobiliários dos acusados. "Com vistas a salvaguardar o ressarcimento ao erário com a reparação do dano causado pela infração penal", argumenta. "Os elementos colhidos no corpo desta investigação tornam patente a percepção de vantagens espúrias por agentes políticos", afirma o relatório da PF.

O escândalo do "mensalão do DEM", como ficou conhecido o esquema, foi revelado em novembro passado na Operação Caixa de Pandora. Arruda chegou a ser preso, saiu do DEM e foi cassado pela Justiça Eleitoral.

Para a polícia, Durval Barbosa cometeu o crime de corrupção passiva ao receber o dinheiro de empresas do governo, assim como Fábio Simão, ex-chefe de gabinete de Arruda. Segundo o relatório, Arruda era "auxiliado" por Durval, Simão e os aliados José Geraldo Maciel, Omézio Pontes, Domingos Lamoglia, Luiz Paulo Costa Sampaio e Marcelo Toledo. A PF ainda inclui no esquema os ex-integrantes do governo do DF Ricardo Penna e Roberto Giffoni.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Para debaixo do tapete

Galera, o Correio Braziliense mandou bem mostrando quem é quem na busca por reeleição na Câmara Legislativa do DF! Vejam, e se o candidato de vocês estiver na lista, CUIDADO! Repensem o voto para deputado distrital!

http://www.correiobraziliense.com.br/files/app/noticia182/2010/08/23/209246/20100823081544511022o.jpg